Apresentação exclusiva na BGS 2017: Detroit: Become Human

Apresentação à portas fechadas enfatiza trecho já conhecido.

Pelo segundo ano consecutivo, Detroit: Become Human está entre as apresentações exclusivas do estande da Sony na Brasil Game Show 2017. Seguindo o mesmo padrão, dos anos anteriores, a apresentação feita pelo mesmo produtor Daimion Pinnock nada mais era do que a demonstração do trailer exibido na E3 2017.

Na apresentação, o personagem controlado é Marcus, um andróide deviant que começou a questionar seu lugar na sociedade e acabou se tornando uma espécie de líder da resistência androide.

O objetivo no gameplay exposto é invadir uma loja e tornar os andróides livres, fazendo uso da habilidade especial de Marcus.

Assim como no ano passado, a demonstração consegue nos surpreender ainda mais. Cada cenário possibilita novas escolhas de ação que impactam no rumo de todas as coisas. A atuação dos atores que interpretam os personagens principais é um show à parte, bem como as expressões faciais, marca registrada dos jogos da Quantic Dream.

O hype só aumenta

Diferente dos gameplays passados, Marcus tem uma orientação um pouco mais caótica, o que faz com que suas escolhas causem muito mais impacto imediato, tanto para os jogadores quanto para os personagens em si.

Detroit: Become Human aparece cada vez mais polido à cada nova exibição. David Cage e sua equipe trabalham cada detalhe com esmero e os jogadores, mesmo que estejam só assistindo, sentem a diferença.

A variedade de opções e rumos da história faz com que cada um consiga jogar de maneira diferente, entrelaçando as histórias dos protagonistas.

Pinnock salientou, durante a exibição, que o jogo não tem Game Over. Caso as escolhas dos jogadores levem o personagem controlado à morte, a história continua por outro rumo.

Os outros personagens podem ou não se encontrar, tudo vai depender de escolhas. A apresentação de Detroit: Become Human põe mais ansiedade naqueles que já veem o jogo como um potencial sucesso exclusivo da Sony.