2016 foi um ano bastante singular para indústria dos videogames. Grandes promessas, enfim, se tornaram realidade, muitos blockbusters fizeram a alegria dos jogadores e outros tantos nomes surpreenderam positivamente.

Entretanto, tivemos algumas grandes decepções também. Seja pelo hype criado em torno das propostas ou por má execução mesmo, alguns jogos falharam miseravelmente em entregar aquilo que haviam proposto em trailers e conceitos.

Confira as 7 maiores decepções do ano:

1. No Man’s Sky

A ideia proposta pela Hello Games era ambiciosa: um universo praticamente infinito para exploração, com variações planetas, ecosistemas, combates intensos e alto grau de personalização. O game até entregou o conceito, mas de uma forma bastante superficial o que acabou gerando muitos descontentamentos.

Análise: No Man’s Sky: Vale a pena? 

2. Mafia III

Mesmo que conte com muitos pontos positivos como: trilha sonora, enredo e personagens cativantes, a Hangar 13 falhou ao não honrar o legado da franquia. Mafia III não conta com várias coisas legais que tínhamos nos dois títulos anteriores.

Análise: Mafia III

3. Umbrella Corps

Este aqui não seria exatamente uma decepção, afinal, desde o primeiro trailer já sabíamos que uma ‘bomba’ estava por vir.

Análise: Umbrella Corps

4. Mighty No. 9

O fardo de ser considerado o ‘sucessor espiritual’ do grandioso Mega Man pesou muito em desfavor de Mighty No. 9. O jogo não é de todo ruim, mas ele se limitou bastante em muitos aspectos e decepcionou os investidores que apostaram na ideia.

Análise: Mighty No. 9

5. The Division

Talvez o jogo mais emblemático da lista. The Division não é um jogo ruim. Nós o recomendamos em nossa análise e continuamos com a mesma opinião.

O que pesa neste caso são os problemas técnicos que vieram após atualizações. Por incrível que pareça, os updates comprometeram o game e atrapalharam muito a experiência. Glitchs, problemas de balanceamento e muitos bugs eram uma constante.

Ao que parece, o novo DLC lançado recentemente resolveu muitas das questões.

Análise: The Division

6. The Technomancer

Mais um game que chegou cheio de boas ideias, com trailers interessantes,  mas no momento da execução….ops!

Análise: The Technomancer

7. Homefront: The Revolution

O game tinha a missão de expandir o primeiro, explorar mais profundamente a interessantíssima abordagem e oferecer um gameplay com novidades. Mas, eram tantos bugs e problemas técnicos que o título da Deep Silver não poderia ficar de fora.

Análise: Homefront: The Revolution

É claro que você pode ter se decepcionado com outros jogos ou não ter concordado conosco, por isso, sinta-se livre para citar os jogos que o decepcionaram em 2016 nos comentários!