Nioh 2 não é Nioh 1.5. O Meu PS4 teve a oportunidade de testar o novo jogo da Team Ninja na BGS 2019, e as impressões foram bastante positivas. O título expandiu tudo aquilo que foi apresentado no primeiro game e contará também com mecânicas inéditas – prometendo uma experiência ainda mais divertida e (muita) desafiadora.

O teste durou uma hora – porque o stand estava vazio no início da feira. Foi possível explorar todos os elementos do game e até concluir a demonstração vencendo o poderoso boss final. Neste período de testes, 20 minutos foram dedicados para explorar o título enquanto todo o restante do tempo foi para vencer o inimigo final.

O primeiro chefe do game chega com os dois pés no peito nos samurais. Como já era de se esperar, não é mesmo? Uma das graças de Nioh é justamente essa!

Nesses testes, os jogadores podem também ter uma prévia das mecânicas de personalização. Embora as opções de customização sejam limitadas, a demonstração permite dar uma olhada na quantidade de configurações diferentes nos samurais. Será possível mudar formato do rosto, cabelo, o corpo, o modelo e outros elementos.

Testamos na BGS 2019: Nioh 2 é uma expansão do que deu certo 1

A versão do jogo apresenta, essencialmente, um mini-boss e um chefão. Além dos especiais, existem cerca de 4 ou 5 inimigos espalhados pelo cenário. O objetivo não é detalhar toda a experiência, mostrando quais demônios estarão no jogo, e sim mostrar que ele deve ser ainda mais desafiador do que o seu antecessor.

O jogo da Team Ninja exige estratégia e eficiência. Os golpes não podem ser em vão, porque o sistema de estamina cobra quem erra. Ele possui os mesmos conceitos do primeiro jogo. As posturas baixa, média e alta retornaram e os combos são variados. Além das novas armas inseridas, como as machadinhas duplas que combinam golpes intensos com a velocidade.

Uma novidade interessante em Nioh 2 são os Golpes Yokai e, tais elementos favorecem uma nova cara ao gameplay hardcore. Além de serem ataques que impedem os movimentos mais poderosos dos inimigos, são também ataques adquiridos conforme os chefes são vencidos.

NIOH 2

Abater o macacão branco garante aos vitoriosos a essência para ser purificada. Interagindo com o Santuário, o item destrava um novo Golpe Yokai e abre novas possibilidades. Claro que o movimento exige um alto custo de estamina, mas causa danos diretos à vida dos alvos.

É somente quando o chefão é encontrado que as habilidades dos jogadores são colocadas à prova. Na nossa experiência, morremos, no mínimo, umas 10 vezes até conseguirmos vencer o desafio. O “Mizuki” (se não falha a memória), é um grande demônio com cabeça de cavalo que empunha um cutelo gigantesco. É um inimigo que ataca com furor, com coices, ataques giratórios e danos irreparáveis.

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“Mizuki” é o grande chefão da demo na BGS 2019.

No combate contra o vilão, os samurais precisarão utilizar a habilidade do “mestiço”. Será necessário ativar o lado demônio, permitindo movimentos indefensáveis e poderosos. O poder é uma grande novidade do jogo e é muito divertido como efeitos visuais apresentam um show de cores.

Vencer o chefão é um êxtase. O sentimento de recompensa retorna em todo o esplendor. Todo o estresse vale a pena com os itens obtidos, superando o desafio e continuando a jornada perigosa. O término da demonstração trouxe somente um sentimento: Nioh 2 vai ser ainda melhor que a experiência do primeiro jogo.

Os detalhes de Nioh 2

A história do jogo se passa no Japão Feudal e traz diversos elementos do folclore da Terra do Sol Nascente. Além dos demônios Yokais, armas lendas sobre samurais, localizações, todos os conteúdos são inspirados na época que o país passou.

O jogo estará em open beta no fim do ano. Quem quiser testá-lo, poderá o fazer entre os dias 1 e 10 de novembro.