A Asobo Studios lançou recentemente A Plague Tale: Innocence e confirmou através do designer Sebastian Renard que não está produzindo expansões para a história ou uma sequência para a experiência. O motivo? O jogo é completo e único por si só.

Em entrevista a Star News (via Eurogamer), o designer revelou o término das produções relacionadas ao jogo. Para os desenvolvedores, a experiência de A Plague Tale é isolada. Portanto, não faz sentido criar quaisquer conteúdos adicionais.

Estamos contentes por termos criado um jogo que tanto amamos. Foi uma montanha-russa e, agora, toda a equipe está animada e nervosa.

Estamos conferindo todo o feedback online. É também hora de reconhecermos o momento de férias e um merecido descanso.

Na nossa análise, A Plague Tale: Innocence recebeu nota 7.5 e o selo “Espere uma Promoção”. Destaque para o bom desenvolvimento narrativo com deslizes no gameplay.

Vale citar ainda que A Plague Tale: Innocence é um jogo curtinho – e você até pode voltar aos capítulos, buscar colecionáveis, mas não há um fator replay dos mais altos. Ele não tem mundo aberto, nem decisões que influenciam no enredo. Então é daqueles games para jogar, zerar e abraço!

O aspecto histórico, a narrativa envolvente e o bom trabalho de localização (os menus e legendas estão em português; só o áudio é original) merecem elogios, porém acabam ficando em segundo plano perto de uma jogabilidade “travada”. E nem mesmo os gráficos ajudam a pesar a balança pro outro lado.