Joel Emslie, diretor de arte da Infinity Ward, afirmou publicamente que Call of Duty: Modern Warfare não será político. Ele respondia a questões do jornalista Ben Hanson, da Game Informer, e quando perguntado sobre, foi categórico: “Não.”

O vídeo que foi ao ar no YouTube era um pequeno “jogo rápido” entre Hanson e Emslie. O jornalista tinha 129 perguntas preparadas e o outro precisava responder de maneira rápida, sem titubear.

– Emslie: “Não (sobre ser um game político). Estamos fazendo apenas um jogo.”
– Hanson: “Isso parece insano.”
– Emslie: “Seria insano se fosse político, para mim.”

Embora a entrevista estivesse sendo conduzida com boa dose de humor, o tom do diretor de arte parecia bem sério neste trecho. Você pode assistir ao vídeo abaixo:

A comunidade de Call of Duty não parece ter gostado muito da declaração. Isso porque o próprio Emslie descreveu o jogo como “uma história contemporânea de guerra relevante”. Existe certa contradição na fala dele, visto que guerras também envolvem política.

Há controvérsias em Modern Warfare

Modern Warfare já lidou com controvérsias antes. A violência do jogo vem sendo bem discutida ultimamente, principalmente depois do anúncio que White Phosphorus (fósforo branco) seria um dos prêmios de killstreak. Acontece que algumas pessoas interpretaram isso como uma “glorificação aos crimes de guerra”.

Geoff Smith, diretor de design da Infinity Ward precisou ir a público para explicar.

“Nosso jogo é mais sobre dois lados, que não são nem mocinhos nem vilões. Você joga em qualquer um deles. Estamos apenas criando esta ambientação para se jogar”, disse ele.

Call of Duty: Modern Warfare sairá no dia 25 de outubro para PlayStation 4 , Xbox One e PC.