Na última reunião com investidores da Take-Two, o CEO da companhia, Strauss Zelnick, aproveitou a ocasião para comentar sobre dois assuntos em voga na indústria.

O executivo falou sobre os modelos de negócio no formato de assinaturas. Segundo ele, não é o ideal, mas deixa a empresa com “a mente aberta”, pois quer estar onde os consumidores estão.

É preciso encontrar essa intersecção nos negócios em que atende ao cliente com sucesso e também serve a todos envolvidos na cadeia. Isso é um tanto quanto desafiador no modelo de assinaturas. Afinal, as pessoas consomem videogames diferentemente de como consomem entretenimento linear.

No caso dos videogames, a taxa de tempo usado pelos jogadores mensalmente é 45 horas. Isso permite jogar, talvez, 3 títulos no máximo e não 70. Mesmo se conseguir até três jogos, ainda sim, não é um modelo ideal para o consumidor.

Contudo, Zelnick também comentou sobre o formato de streaming, como o Google Stadia. Para ele, a Take-Two está animada com as possibilidades, expandindo a audiência para os jogadores que não têm condições de comprar títulos no lançamento.

Somos otimistas para a tecnologia de streaming, trazendo jogos para os consumidores que não têm acesso a eles. A promessa em trazer este serviço virtualmente sem barreiras físicas, jogando nossos produtos em qualquer lugar do mundo, é algo animador se concretizado.

O pessoal do Google prometeu a entrega disso, então será feito. Queremos estar onde está o consumidor. Iremos suportar novidades e estamos confiantes com os serviços de streaming. É um modelo que faz sentido para nós, então, estamos otimistas.