O mercado de games no Brasil continuará crescendo até 2022. De acordo com estudos da 19ª Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia da PricewaterhouseCoopers (PwC), a expansão pode ser de até 5,3% no período.

O faturamento do setor atingiu U$ 1,5 bilhão em 2018. A receita colocou o Brasil como líder latino-americano e em 13º na classificação geral. Apenas com os jogos para dispositivos móveis, o faturamento será de U$ 878 milhões em 2022. A estimativa total para o mercado nacional de jogos digitais chegará a U$ 1,756 bilhão.

A paixão do brasileiro por games vai além de somente jogar, mas também produzir. Segundo o 2º Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, foram mapeadas 375 desenvolvedoras de games em 2018 – um aumento de 182% comparado ao primeiro censo realizado em 2014. Do total, 276 são formalizadas.

O documento aponta Rio de Janeiro e São Paulo como os principais polos do mercado de games brasileiro. Quase 45% do total estão localizados nestes dois estados. Como um todo, a região sudeste agrupa 52,9% do percentual.

A Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Jogos Digitais (Abragames) diz que mesmo com a economia brasileira andando de lado, a indústria de jogos eletrônicos vive um bom momento.

A Abragames ainda revela que em 2016 foram criados 754 jogos. No ano seguinte, o número aumentou em 28% – um total de 946 games. É possível esperar ainda mais para este ano de 2019.

Mercado de games: impostos

Recentemente, a pauta de videogames no Brasil tem sido discutida no cenário político do país. O governo sugeriu uma pequena redução na carga tributária para um futuro breve, o que pode impulsionar ainda o mercado de games.