The Last of Us Part 2 está sabendo chamar a atenção por temas polêmicos. Em 2017, o game foi motivo de discussões por lançar um trailer na Paris Games Week com boas doses de violência. A ação foi criticada principalmente por contar com agressões contra mulheres.

Durante esta E3, a Naughty Dog exibiu um beijo entre Ellie e Dina durante a demo transmitida na conferência da PlayStation. A cena também deu o que falar, mas, mais uma vez, sequências brutais, com violência nua e crua voltaram a despertar comentários.

No entanto, apesar dos momentos de “paz”, que abrem espaços até para algum romance, o que define a franquia The Last of Us é mesmo a violência intensa, segundo Neil Drukmann, o diretor do jogo:

“Estamos fazendo um jogo sobre o ciclo de violência, e estamos enviando uma mensagem sobre ações violentas e o impacto delas tanto em quem as comete quanto nas pessoas ao seu redor”.

Segundo o diretor, o game não tem o compromisso de ser, necessariamente, “divertido”:

“Nós não usamos a palavra ‘divertido’ para falar sobre The Last of Us. Dizemos que é ‘envolvente’. Precisa ser envolvente. Se os riscos são reais, se você está interessado em um personagem e seus relacionamentos, você vai continuar a acompanhar e se comprometer com aquelas ações, que também podem causar certo desconforto”.

The Last of Us Part 2 ainda está em desenvolvimento pela Naughty Dog. Segundo Neil Druckmann, o lançamento do jogo ainda está distante. A data só será formalmente anunciada quando o projeto estiver quase concluído e muito próximo de ser lançado.