A redução dos preços no PS4 no Brasil veio com uma outra notícia importante: a Sony não fabrica mais o console no país. O Meu PS4 entrou em contato com a companhia, que já confirmou a informação.

“Sobre a produção nacional, de fato não temos mais consoles fabricados no Brasil”, disse um representante da marca.

Ainda não há uma justificativa oficial, mas não é difícil de compreender o cenário. O que, provavelmente, possibilitou essa queda de valores do PS4 foi a redução de impostos feita pelo Governo Federal. Contudo, ela contemplava apenas produtos importados.

Ou seja, talvez fique mais em conta para a empresa importar o PS4, assim como PS4 Pro e PSVR, do que manter a produção dos produtos no país. Mas isto não está exatamente claro.

Atualização [27/08 às 12:30]: a assessoria de comunicação da Sony nos informou que o fim da linha de fabricação nacional não tem nenhuma relação com a redução do IPI. A empresa esclareceu que deixou de produzir o console, localmente, há cerca de dois anos, em 2017.

Vale reforçar que a Microsoft também adota uma postura semelhante com seus consoles: Xbox One X e Xbox One S também são importados.

E, ao que tudo indica, seguiremos assim para a nova geração.

PS4 brasileiro

O PlayStation 4 tupiniquim – na verdade ele era “só” montado aqui – iniciou sua trajetória em outubro de 2015. A versão nacional fez com que os preços se tornassem mais acessíveis e popularizaram o console por aqui.

Nós do MeuPS4 até chegamos a receber o modelo personalizado (Obrigado, Sony) em celebração ao grande momento.

Redução de preços do PS4 no Brasil

Há algumas horas, a Sony comunicou à imprensa sobre a redução de preços. Segundo a empresa, eis as alterações:

  • PlayStation 4: de R$ 2599 por R$ 2399
  • PlayStation 4 Pro: de R$ 2999 por R$ 2799
  • PlayStation VR headset: de R$ 2799 por R$ 2599
  • Controle wireless DualShock 4 (Preto): de R$ 259 por R$ 249
  • Controle wireless DualShock 4 (cores adicionais): de R$ 279 por R$ 269

A tendência é de que não haja queda nos jogos, já que eles não eram contemplados no projeto da Presidência. Porém, em breve, uma PEC pode melhorar essa situação.