A medida do Governo Federal de reduzir impostos em consoles e acessórios de videogame já rendeu frutos para os fãs da PlayStation. A Sony confirmou que abaixará os valores dos controles DualShock 4 e dos aparelhos PS4 e PS4 Pro, além do PlayStation VR. Os preços, significativamente mais baixos, começaram a valer hoje em peças faturadas pela empresa.

Em comunicado à imprensa, a empresa anunciou as seguintes alterações:

  • PlayStation 4: de R$ 2599 por R$ 2399
  • PlayStation 4 Pro: de R$ 2999 por R$ 2799
  • PlayStation VR headset: de R$ 2799 por R$ 2599
  • Controle wireless DualShock 4 (Preto): de R$ 259 por R$ 249
  • Controle wireless DualShock 4 (cores adicionais): de R$ 279 por R$ 269

Ou seja, todos os produtos da PlayStation estão mais em conta. Não houve nenhuma novidade sobre jogos, mas quem ainda não adquiriu um PS4 poderá fazê-lo com um desconto significativo.

Claro que os produtos ainda podem ser considerados caros para boa parte da população. Entretanto, as reduções são relevantes: R$ 200 nos consoles (PS4, PS4 Pro e PSVR) e R$ 10 nos controles.

Vale lembrar que estes são os valores sugeridos pela Sony às varejistas, que têm a própria liberdade de comercializá-los como bem entenderem. Além disso, eles começam a valer no que for faturado a partir dessa segunda-feira (26) pela companhia, então pode demorar um pouquinho até chegarem às lojas.

Na Loja Oficial da Sony no Brasil, online, não há consoles PS4 ou acessórios à venda no momento.

Preços dos Jogos deve baixar com o PS4?

A princípio, a redução de impostos não terá impacto nos games. A medida presidencial é relacionada somente a consoles e acessórios. Contudo, um outro projeto pode ser crucial para essa outra grande notícia que todos esperamos.

É a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 51/2017, que já foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Criada pelo senador Telmário Mota (PROS-RR), ela propõe imunidade tributária aos jogos e consoles produzidos no Brasil.

Caso passe pelo Senado, ela colocará os joguinhos como produtos dentro do inciso VI do artigo 150 da Constituição. Mas para isso sair do papel, pelo menos 60% do senado tem que aprovar o texto. O último passo, se tudo der certo, é o crivo presidencial.