Gráficos de ponta, 60 FPS, áudio em 3D e 4K nativo prometem ser alguns dos diferencias da nova geração de consoles. Mas parece a otimização dos tempos de carregamento são a “menina dos olhos” de uma boa parcela dos desenvolvedores.

Alex Golebiowski, do estúdio Pixelnauts, é um destes entusiasmados. Falando ao site GamingBolt, o dev. de Lost Orbit elogiou os caminhos escolhidos por Sony e Microsoft. “Que ótima escolha tanto para a Sony quanto para a Microsoft. Os tempos de carregamento nunca mais serão os mesmos”, disse.

E tanta euforia se deve aos promissores testes já mostrados. A Sony revelou há alguns meses que Marvel’s Spider-Man carrega cerca de 15x mais rápido no PS5 do que no PS4. E isso pode ser apenas o começo.

Mas não são só tempos menores. A next-gen promete eliminar muitas outras barreiras. Ambos os consoles virão com processadores AMD Zen 2 (customizados), o que segundo Golebiowski será um enorme diferencial. “Eu tenho experiência com arte AAA e, embora Lost Orbit tenha sido um jogo relativamente simples, estou ansioso para ter ainda menos barreiras para fazer belos jogos sem ter que gastar o orçamento de um AAA”.

Mesmo os desenvolvedores com orçamentos mais limitados poderão oferecer aos jogadores experiências diferenciadas. Isso se deve a uma arquitetura mais acessível e poderosa, com ferramentas de alto desempenho para todos.

Só resta saber o quão acessíveis os novos PS5 e Scarlett serão para os consumidores. Ainda que ambas empresas prometam SSDs customizados, a viabilidade econômica ainda é uma incógnita.

PS5 no final de 2020

O lançamento do PS5 deve acontecer só no final de 2020. Por enquanto a Sony se mantém concentrada em oferecer aos donos de PlayStation 4 experiências muito aguardadas como Death Stranding, The Last of Us 2 e Ghost of Tsushima. Estes três devem encerrar o ciclo de blockbusters exclusivos na oitava geração.