O PlayStation 4 Pro chegou às lojas de vários países ontem, no dia 10 de novembro. Assim, já faz parte do gameplay de alguns jogadores espalhados pelo mundo.

Os jogadores brasileiros, já acostumados com um certo tempo de atraso para o lançamento dos consoles e seus acessórios aqui no Brasil, já estavam na expectativa de sua chagada.

Mas, o que já era esperado e já havíamos relatado aqui por várias vezes, foi novamente confirmado. A Sony, por meio de sua representação no Brasil, tratou de esfriar os ânimos daqueles que esperam o PS4 Pro no varejo nacional.

Segundo a empresa, a versão mais poderosa do console não tem previsão de chegada no Brasil, já que a estratégia da empresa é diferente aqui em relação ao restante do mundo.

“Não temos planos de lançar o PS4 Pro no Brasil (…) Estamos focados em expandir o crescimento do PS4 convencional no mercado brasileiro.” Relato da empresa ao Uol Jogos.

Com esse pensamento, a empresa entrará com o PS4 Slim no mercado brasileiro ainda em novembro, em um pacote especial com Uncharted 4, com valor sugerido de R$ 2.400,00

ps4-slim-bundle-uncharted - PS4 Pro

A versão Slim não possui o hardware mais robusto do modelo Pro, que faz com que os jogos, que disponibilizarem atualizações para tanto, rodem com resolução 4K.

Essa e outras vantagens do PS4 Pro fazem com que o público procure outras formas, que não as oficiais, para adquirir o aparelho que, inclusive, já está disponível no mercado cinza no Brasil.

A média de preços, para esse tipo de venda, está entre R$ 2.000 e R$ 2.500 em algumas lojas especializadas, valor próximo ao oficial recomendado pelo Sony para o modelo convencional, que na prática, pode ser encontrados abaixo desse valor.

A grande desvantagem dessa compra não-oficial é a falta de garantia em comparação aos produtos encontrados no varejo, já que muitos, por serem importados, podem ter problemas com documentação aqui no Brasil, conforme indica a Sony:

“Sempre recomendamos que os consumidores adquiram produtos certificados (…) Dessa maneira, eles terão o atendimento ao consumidor que merecem.”

Será que vale manter essa estratégia de expansão do modelo convencional no Brasil? Você se preocupa coma garantia? Deixe suas opiniões aqui nos comentários.

Fonte: Uol